Assassino M. Cap. 4 - O palhaço do bosque mentecapto
Do lado de fora por onde havera
um bosque misterioso que ali está
visto de um mundo o qual estivera
por onde sombras, põem-se a rastejar
O personagem desse enredo
Não é um, são três crianças
que irão se ver na cara do medo
o qual perderão suas esperanças
O primeiro era João
magro de calça de folgada
um estilingue numa mão
na outra munição para pedrada
O segundo era o Pedrinho
o mais calado que tinha medo de tudo
da turma era o gordinho
que não falava era quase mudo
A terceira era Estelinha
Esperta que nem parecia ser criança
Estela era calminha, calminha
E assim ela passava sua confiança
Hahaa
-- Estelinha ... Pedrinho, ouvi falar
que vai ter um circo novo logo logo
e por trás do bosque ele vai estar
e quando ele chegar, de rir eu me afogo
-- O que Pedrinho ? você esqueceu ?
ainda temos aula durante um mês
Não tem como ir você, Pedrinho e eu
porque a professora vai dar falta de nós três
Esperarei até as férias na casa do tio Jubileu
para poder ir de vez
Vishhhhhhhhhh
-- Vocês tão arreigando
Só porque lá por trás dos bosque tem algumas sombras estranhas ?
-- Não, não é por isso João é porque agente tem que tá estudando
se não na prova agente apanha
-- Tá Pedrinho ... eu já sei que você é arregão
vamos ver o circo e você vai ficar estudando sozinho
mas cuidado o fantasma de Seu Zé Pezão !
Que aparece logo bem cedinho !
ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
-- Espera João e Estelinha !
Logo ali estava o nosso vilão dessa vez sem uma aparência sombria
Agora com um sorriso no rosto ali estava
Porem sua mente continuava fria
No chão estava vários panfletos
o qual indicavam a direção para onde eles queriam ir
Seguindo-os com o rosto todo preto
o palhaço horripilante de olhos tão fixos a iludir
A sombras dali começavam a tomar de conta
A noite ali chegara
o céu que ali afronta
e de nuvens escura se mascara
O vulto na frente das crianças aparecia
uma garra na mão e uma foice nas costas
João vai pra cima, enquanto pedrinho se tremia
e por traz de Estelinha ele se encosta
E suas garras rasgam
as costas até o pescoço de Estelinha
E suas entranhas esmagam
Espalhando no chão o sangue da pobrezinha
Pedrinho paralisado de medo
não consegue por as mãos no rosto
segundo após ele liberar um dedo
foi todo rasgado pela mão do suposto
que já estava sobre o rochedo
Olhando para João todo preposto
João sai correndo
Quando ver rastros de sangue no chão
e quando percebe ja está vendo
a foiçada que corta suas mãos
ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
hahahahahahahahhaha
Em sua frente ele ali estava
com sua foice sedenta
sua foice já se propagava
assim partindo o João com sua ferramenta
E assim ficou conhecido
a história do bosque mentecapto
de três crianças que tinham se perdido
e que tinham sido vitimas de um rapto ...
(Raimundo A Fernandes)
FACEBOOK - Raimundo A. Fernandes
domingo, 16 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
5# - Reflexões !
O Iludido
Tão trouxa eu não sei
ou idiota talvez
se por um gesto me alegrei
por outro me perdi de vez
Fiz que era possível
Levei a um âmbito hiperbólico
mas não aconteceu o impossível
estagnando a um nível melancólico
Como um encontro da lua e do mar
perplexamente nua num tom parassimpático
Numa provável visão a me acalmar
perco-me no seu olhar apático
Hoje após esse veraneio
ponho-me a pensar
Seria todo aquele passado anseio
algo a me enganar ?
ou seria o meio
que eu quisera adotar ?
mas enfim a mim ela não veio
mesmo por ela eu indo me apaixonar
(Jonnatan Kevin; Raimundo A. Fernandes)
Tão trouxa eu não sei
ou idiota talvez
se por um gesto me alegrei
por outro me perdi de vez
Fiz que era possível
Levei a um âmbito hiperbólico
mas não aconteceu o impossível
estagnando a um nível melancólico
Como um encontro da lua e do mar
perplexamente nua num tom parassimpático
Numa provável visão a me acalmar
perco-me no seu olhar apático
Hoje após esse veraneio
ponho-me a pensar
Seria todo aquele passado anseio
algo a me enganar ?
ou seria o meio
que eu quisera adotar ?
mas enfim a mim ela não veio
mesmo por ela eu indo me apaixonar
(Jonnatan Kevin; Raimundo A. Fernandes)
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domingo, 2 de dezembro de 2012
Ache ! - 2#
Brasil de Bosta | atsoB ed lisarB
adartse assen etnemetnatsnoc oviV
adrel etneg rop odanrevog siap esseN
adama airtáp asson somama apoc an etnemagec ednO
adrem an át ele euq someceuqse E
sodautluc oãs ojenatres e knuf edno siap muN
odnum od oãçacude me roip odunges o É
odasnep res eved euq o arrupme et asnerpmi a euqroP
odunforp lam mu odaredisnoc é ocitírc osnes o zaf E
otnedes síap mu é essE
oãçacude e edúas ed otnedeS
otnemom o ueq od siam ogla ed otnedeS
oãinipo amu ret ed otnedeS
E nessa ultima parte vou dizer
do quão o preguiçoso é o brasileiro
pois por preguiça de ler
Não leu lá em cima e saiu sem ler o texto inteiro
Oh pátria amada e idolatrada
que gosta e idolatra o futebol brasileiro
sabia que quem ainda gosta mais é aquela cambada
de político que leva o seu dinheiro ?
Oh patria amada, idolatrada
Salve ! Salve !
(Raimundo A. Fernandes)
FACEBOOK : Raimundo A. Fernandes
Twitter : Raimundo A. Fernandes
sábado, 1 de dezembro de 2012
4# - Reflexões !
José, Raimundo, Francisco, João, Severino (Nordestino)
Um José de alguém
José filho de um Raimundo
Sou um José ninguém
Nasci José de âmbito nordestino
num tal lugar sobre lascas de terra
ventos secos sobre o meu destino
onde entre o ser humano e a natureza há guerra
Guerra da sobrevivência
onde vento arde no nariz
a qual desenvolvo minha existência
e tento ser feliz ...
Busco estudar, e desse lugar triste me despedir
sair dessa terra em meio árido sofrido
desvendar outras terras, aventurar-me e partir
e impressionar todos sem esquecer de onde havia partido
Lucido de minha origem, sem me inibir
sem esquecer desse meu nordeste esquecido
Eu poderia ser um carioca, gaúcho ou paulistano
porem resolvi nascer sendo um nordestino
Poderia me chamar Levi, Michael ou Albano
mas resolvi me chamar Francisco, Raimundo, João e Severino ...
Essa é minha terra por mais que eu queira sair dela jamais esquecerei-a ...
Nordeste minha terra querida ...
Eu jamais esquecerei dessa minha terra esquecida ...
Amores - 3#
Imperfeccionismo Ultra-romântico
Opticamente invisível
Opticamente invisível
relativamente azulado
quase sempre impossível
muitas vezes sonhado
Sonhado perfeito de um ourives insistente
perturbado pleito de um límpido reluzente
sondando esse feito sem nenhum feito existente
perguntando sobre o conceito no qual permaneceu-se indiferente
Porque ? Porque assim permanecestes ?
Por tal concelho que me deras que se perdestes ?
Não era pra aventurar-me em tais, nem nestes
pois ao me perder de mundo, perdi-me destes
Sobre uma estrofe escupida
sobre sentimentos diamantes
concebo-lhe a minha partida
porem necessito de teus lábios antes ...
Teus lábios ... do mais profundo mel das flores mais puras
me deixaram com o mais adocicado sabor, o da tua boca ...
por onde magia circula, num fluxo itinerante o qual me curas
e é tão linda e perfeita quanto as pinturas barrocas
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