A mim ela veio
como em um campo bucólico
arrastou de mim aquele anseio
num olhar melancólico
suas curvas em mim se prendiam
seus laços negros me mostravam
o quanto todos segundos corriam
num vácuo obscuro estavam
Uma foice ceifando a minhas lembranças
num mero ato de desespero
corriam as imagens de crianças
Perguntara-me sobre o que queria da vida
Da vida não quis nada
apenas quero que leve minha querida
Rááaaaaaaaaaaaaaaaaá
De mim não podes exigir nada
pois o poder pra tu eu tenho
não levarei tua amada
pois pra ti levar eu venho
Não jugue minhas más intenções
pois não perdoarei sua insolência
Não me faças mais menções
Nem tão pouco obsolências
Aos passos que te corroem
suas entranhas consumadas
á medida em que as destroem
suas lembranças amarguradas
Porque insiste em não querer vim só ?
Se teus braços, tuas pernas não te restam mais
seus olhos, sua pele, de sua carne só resta o pó ?
só porque ela não veras jamais ?
só porque ela não veras jamais ?
Posso não ter mais meus olhos dona morte
quem sabe não mais ter nem minha pele
mas as sensações e lembranças ainda me fazem forte
e impedem que minha lembrança se congele ,,,
hum...
Se acha forte pobre mortal
Se pensas que isso é ser forte
Verás seu fiasco destino normal
Cair perante o poder da própria morte !
Ali mais um mortal havera de ser subjugado
mais até ai nada havia de diferente
Até o momento em que a morte teria indagado
Como mesmo depois de tudo isso ela ainda estava em sua mente
?
Então como um que havia passado
ela teve o ato de dançar em respeito ao insolente...

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